quinta-feira, 9 de agosto de 2007

brevíssimos IV

haickryia (haicai do kryia)


um velho sábio

respira

uma gota volta ao oceano


viver

talvez esse o equilíbrio entre medo e aventura: ventura!


carla


quando seguro sua mão, sinto-me íntima de um milênio inteiro.

2 comentários:

Chico Macedo disse...

Oi, Ana,

Tenho lido os poemas. Sou super pró-blog. Faz bem para alma. Muito legal! Fico feliz por estar empolgada. Serei assíduo por aqui.

Beijo, Chico.

Ana Claudia disse...

Chico jornalista,
Acho que poesia pode estar para a música , sim. Às vezes entoada como um repente, claudicante como um rap, irreverente e quebrada como uma letra de Arnaldo Antunes. Pode ser mais hermética, mista ou simples. Pode também não ter nada a ver com a música, mas discordo que ela não faça parte da vida ou "do andamento dos trabalhos".
Escrevi isso lá.